quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

IV

No meio das futilidades que uma pessoa assume no dia a dia (cá está ele, outro desprezível método necessário à integração social) coloca-se sempre o seguinte ponto:
E agora? Já degradei a minha mente o suficiente por hoje, Tive conversas desinteressantes com pessoas fúteis que nada ambicionam da vida.
Não que me esteja a vangloriar de que ambiciono algo... mas claro que ambiciono! Mil e uma coisas! Tudo o que faz e não faz sentido! E se me disserem que não é possível eu ambicionar ou obter dada coisa podem ter a certeza que nem o mais ínfimo pedaço de mim vai sossegar até eu deixar claro que essa coisa está na minha lista de ambições.
E se há algo que mantenho sempre presente é que não é o que eu ambiciono que define quem sou. Mas sim a forma como o ambiciono. E, nesse campo, tenho uma força desmesurável. E tenho orgulho nisso.

Sem comentários:

Enviar um comentário